segunda-feira, 14 de março de 2011

E lá vou eu de novo

E lá vou eu, outra vez de novo
Me questionar sobre o que não tem solução
Sobre ser poeta, velho ou novo
Sobre escrever com o coração.

De como aproveitar a hora da cesta
E escolher um lugar calmo
Pra outra vez pegar a caneta
E escrever mais um poema besta

É daqueles que podem até ser lidos
Mas não serão compreendidos
Não surtindo efeito, então
E me pergunto bem baixinho
Do poeta, qual é a contribuição?

Já não vejo aí resposta
Eis ai minha rotina
Outra pergunta me consome
Quantas palavras eu uso
Na minha poesia cretina?



Cento e nove nesta daqui.

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